+ "O que vos é dito aos ouvidos, proclamai-o sobre os telhados" (Mt 10, 27) +
domingo, 11 de dezembro de 2011
DOCUMENTÁRIO: MANTO DE Nº Sª DE GUADALUPE
Documentário completo sobre o inexplicável milagre do Manto de Nossa Senhora de Guadalupe!!!
A ciência não tem explicação para certos mistérios...
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
123 - Músicas para o Natal
Feliz Natal!!!
Digo do Natal Cristão, porque estão paganizando o natal dando tanta ênfase ao consumismo, papai noel, etc.
Infelizmente muitos nem se lembram do aniversariante!
Sim, Jesus, Nosso Senhor é o aniversariante!
Ainda que a data do nascimento de Nosso Senhor possa não ser 25 de Dezembro, esta é a data que escolhemos para comemorar o Amor de um Deus que quis se fazer homem, como diz na carta bíblica aos Filipenses: "Ele tinha a condição Divina, e não considerou o ser igual a Deus como algo a que se apegar ciosamente. Mas esvaziou-se a si mesmo, e assumiu a condição de servo, tomando a semelhança humana."
Apesar de que há estudos que aprovam a provável data de nascimento de Jesus como 25 de Dezembro mesmo! Clique aqui e leia a matéria!
Aproveite esta uma hora e meia de áudio em mp3 para escutar no natal em família. Músicas que centralizam o natal na comemoração na Pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo!
Jesus nasceu mesmo no dia 25 de Dezembro, afirma estudo
Fonte: Carmadélio
O primeiro testemunho indireto de que a natividade de Cristo foi em 25 de dezembro partiu de Julio Africano no ano 221.
A primeira referência direta de sua celebração aparece no calendário litúrgico filocaliano do ano 354 (MGH, IX, I, 13-196): VIII kal. Ian. natus Christus in Betleem Iudeæ (“no dia 25 de dezembro nasceu Cristo em Belém da Judéia”). A partir do século IV, os testemunhos deste dia como data do nascimento de Cristo tornam-se comuns na tradição ocidental. Na oriental, prevalece a data de 6 de janeiro.
Coincidentemente, em 25 de dezembro, celebra-se em Roma o die natalis Solis invicti, o dia do nascimento do Sol invicto, a vitória da luz sobre a noite mais longa do ano. A liturgia de Natal e os Padres da época estabeleciam um paralelismo entre o nascimento de Jesus Cristo e expressões bíblicas como “sol de justiça” (Ml 4, 2) e “luz do mundo” (Jo 1, 4ss.)
NOVAS DESCOBERTAS CONFIRMAM A TRADIÇÃO CRISTÃ
Nos dias de hoje, graças aos documentos de Qumran*, podemos estabelecer o dia 25 de Dezembro como o dia preciso do nascimento de Jesus. Essa é, de fato, uma descoberta extraordinária feita por Shemarjahu Talmon, docente judeu, da Universidade Hebraica de Jerusalém.
Procuremos compreender o mecanismo, que é complexo, mas fascinante. Se Jesus nasceu no dia 25 de Dezembro, a sua concepção virginal ocorreu, obviamente 9 meses antes. E, com efeito, os calendários cristãos colocam no dia 25 de Março a Anunciação do Anjo S. Gabriel a Maria.
Mas sabemos pelo próprio Evangelho de S. Lucas que, precisamente seis meses antes, tinha sido concebido por Isabel, João, o precursor, que será chamado o Baptista. A Igreja Católica não tem uma festa litúrgica para esta concepção, mas a Igreja do Oriente celebra-a solenemente entre os dias 23 e 25 de Setembro; ou seja, seis meses antes da Anunciação a Maria.
De fato, é precisamente da concepção do Baptista que devemos partir. O Evangelho de S. Lucas abre-se com a história do velho casal, Zacarias e Isabel, já resignado à esterilidade – considerada uma das piores desgraças em Israel. Zacarias pertencia à casta sacerdotal e, um dia, em que estava de serviço no Templo de Jerusalém, teve a visão de Gabriel (o mesmo anjo que aparecerá seis meses mais tarde a Maria, em Nazaré), o qual lhe anunciou que, não obstante a idade avançada, ele e a mulher iriam ter um filho. Deviam dar-lhe o nome de João e ele seria grande «diante do Senhor».
Lucas teve o cuidado de precisar que Zacarias pertencia à classe sacerdotal de Abias e que quando teve a aparição «desempenhava as funções sacerdotais no turno da sua classe». Com efeito, no antigo Israel, os que pertenciam à casta sacerdotal estavam divididos em 24 classes, as quais, alternando-se segundo uma ordem fixa e imutável, deviam prestar o serviço litúrgico no Templo, por uma semana, duas vezes por ano. Já se sabia que a classe de Zacarias – a classe de Abias – era a oitava no elenco oficial. Mas quando é que ocorriam os seus turnos de serviço?
Ora bem, o enigma foi desvendado pelo professor Shemarjahu Talmon, docente na Universidade Hebraica de Jerusalém, utilizando investigações desenvolvidas também por outros especialistas e trabalhando, sobretudo, com textos encontrados na Biblioteca essena de Qumran.
O estudioso conseguiu precisar em que ordem cronológica se sucediam as 24 classes sacerdotais. A de Abias prestava serviço litúrgico no Templo duas vezes por ano, tal como as outras, e uma das vezes era na última semana de Setembro. Portanto, torna-se verossímil a tradição dos cristãos orientais que coloca entre os dias 23 e 25 de Setembro o anúncio a Zacarias.
Mas esta verossimilhança aproximou-se da certeza porque os estudiosos, estimulados pela descoberta do Professor Talmon, reconstruíram a “fileira” daquela tradição, chegando à conclusão que esta provinha diretamente da Igreja primitiva, judaico-cristã, de Jerusalém. Esta memória das Igrejas do Oriente é tão firme quanto antiga, tal como se confirma em muitos outros casos.
Mas esta verossimilhança aproximou-se da certeza porque os estudiosos, estimulados pela descoberta do Professor Talmon, reconstruíram a “fileira” daquela tradição, chegando à conclusão que esta provinha diretamente da Igreja primitiva, judaico-cristã, de Jerusalém. Esta memória das Igrejas do Oriente é tão firme quanto antiga, tal como se confirma em muitos outros casos.
Eis, portanto, como aquilo que parecia mítico assume, improvisamente, uma nova feição apodítica – Uma cadeia de acontecimentos que se estende ao longo de 15 meses: em Setembro o anúncio a Zacarias e no dia seguinte a concepção de João; seis meses depois, em Março, o anúncio a Maria; três meses depois, em Junho, o nascimento de João; seis meses depois, o nascimento de Jesus. Com este último acontecimento, chegamos precisamente ao dia 25 de Dezembro; dia que não foi, portanto, fixado ao acaso.
tradução realizada por pensaBEM.net
Nota:
* Os manuscritos de Qumran foram descobertos em 1947, perto das margens do Mar Morto, na localidade de Qumran, onde a seita hebraica dos Essênios tinha, nos tempos de Jesus, a sua sede principal. Os manuscritos foram encontrados em ânforas, provavelmente escondidos pelos monges da seita, quando tiveram de fugir dos romanos provavelmente entre 66 e 70 d.C. Aqueles pergaminhos deram-nos os textos de quase todos os livros da Bíblia copiados de dois a um século antes de Jesus e perfeitamente coincidentes com os que são usados hoje pelos hebreus e pelos cristãos (cfr. Hipóteses sobre Jesus, Porto, Edições Salesianas, 1987, p. 101).
BIBLIOGRAFIA
RATZINGER, Josef El espíritu de la liturgia. Una introducción (Cristiandad, Madrid, 2001).
TOLLEY, Thomas J. The origins of the liturgical year, 2nd ed., Liturgical Press, Collegeville, MN, 1991 (tradução italiana: Le origini dell’anno liturgico, Queriniana, Brescia, 1991).
TOLLEY, Thomas J. The origins of the liturgical year, 2nd ed., Liturgical Press, Collegeville, MN, 1991 (tradução italiana: Le origini dell’anno liturgico, Queriniana, Brescia, 1991).
Fonte: Corriere della Sera, 9 de Julho de 2003
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
122 - História da Igreja - parte 7
Completamos nosso estudo sobre a História da Igreja! Finalizando até os nossos tempos...
Conduzido pelo Professor Felipe Aquino da Canção Nova, temos aí este tesouro ao seu acesso e conhecimento! 2000 anos de histórias resumidíssimas em 7 áudios!
Baixe, ouça, estude e divulgue!
Deus os abençoe!
sábado, 26 de novembro de 2011
Inquisição - A história não contada
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
121 - História da Igreja - parte 6
![]() |
| Notre Dame Cathedral in Paris, France - Foto de Toshio Kishiyama |
Nesta semana, trazemos a sexta parte do estudo sobre a História da Igreja! É o penúltimo episódio da série.
Retomamos aqui a partir do ano 1300.
Te convidamos a escutar este episódio e mais os outros 6 áudios da série sobre esta fascinante história de fé, coragem, milagres e demonstração do cuidado de Deus para com a humanidade e sua Igreja a protegendo dos inimigos invisíveis e superando problemas internos e externos.
Estas palestras foram ministradas pelo professor Felipe Aquino da Comunidade Canção Nova.
Baixe, escute, estude e divulgue!
"Estai sempre prontos a responder para vossa defesa a todo aquele que vos pedir a razão de vossa esperança, mas fazei-o com suavidade e respeito."
1 Pedro 3,15
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Igreja Católica entra “de cheio” na Internet para evangelizar
Fonte: Blog Carmadélio
O bispo de Frederico Westphalen, RS, Antonio Carlos Keller, chega a ter seis perfis no Orkut e outros dois no Facebook – uma forma de driblar o limite máximo de contatos imposto pelos sites. Keller tem mais de 5 mil amigos em cada um dos serviços de relacionamento. São pessoas que adicionaram o bispo em busca de informações da Igreja, de mensagens de conforto, de orações ou até mesmo de orientação.
– A internet é um trabalho de presença, de estar junto para que as pessoas tenham alguém que as escute e com quem possam desabafar. Posso dizer que atualmente há mais de 30 jovens que entraram para o seminário a partir desses contatos comigo – orgulha-se.
Por Bento XVI, pastores tecnológicos como Keller são apontados como modelos. Nos últimos anos, a Santa Sé tem publicado com assiduidade documentos sobre o assunto e já promoveu encontros de bispos para discutir ferramentas como YouTube, Flickr eFacebook.
– Está aberta uma nova era: a da evangelização na internet – explicitou o Papa, em 2010.
Por trás dessa mobilização está a percepção de que, no Twitter, um sacerdote pode arrebanhar com facilidade muito mais seguidores. Que o diga o padre cantor Fábio de Melo, fenômeno do microblog, com 300 mil discípulos. Com números mais modestos, chegam às centenas os padres que estão tuitando sua fé.Cesar Leandro Padilha, da Paróquia Nossa Senhora da Saúde, de Porto Alegre, por exemplo, tem 1,6 mil seguidores.
– Estar na internet hoje é uma exigência, e cada vez mais os padres vão seguir esse caminho – diz Padilha.
É por perceber essa exigência que o bispo Keller comanda uma reformulação do site da diocese, de maneira a deixá-lo mais intuitivo e interativo. Uma das inovações que introduziu é um chat diário com padres. Dono de um iPhone, Keller costuma levar o aparelho até mesmo ao altar, para ajudá-lo na hora da missa. Diante dos fiéis, consulta no visor o roteiro do sermão. Outro bispo que adotou o smartphone éAlessandro Ruffinoni, de Caxias do Sul. Ele aposentou os quatro volumosos cartapácios que reúnem as orações que todo padre deve fazer diariamente e hoje reza por intermédio de um aplicativo baixado no celular:
– As pessoas podem até se escandalizar, porque dá a impressão de que estou consultando chamadas, mas é muito mais prático.
Seis meses atrás, quando o bispo viu um grupo de jovens da diocese usando o Twitter em seus celulares e tablets, percebeu que precisava se misturar a eles para não se distanciar:
– Ensinem para mim, que quero me comunicar com vocês – pediu.
Desde então, Ruffinoni mantém uma conta no microblog. Com o alastramento da onda dos padres digitais, até os mais velhos tratam de se atualizar. Aos 74 anos e com quatro décadas de sacerdócio, o padre de Farroupilha Alcindo Trubian decidiu frequentar aulas de informática. Aprendeu a usar o e-mail e, no começo do ano, criou uma conta noFacebook.
– Eu acredito que usar a internet vai ser cada vez mais comum na Igreja. Não sei até onde eu vou, mas estou me preparando.
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